A bola quica,
a bola replica,
a bola queima,
a bola teima.
O jogo é duro,
o professor repreende,
o time briga,
a zaga defende,
o goleio, um muro.
O fim se aproxima,
a chuva desanima,
até que a mão inimiga,
faltosa e nada efetiva,
rasga a camisa.
A barreira é grande,
diminui os arcos.
A camisa pesada
cansa a passada.
Vêm o beijo:
chuteira e bola.
Ligação que arrepia.
O beque por pouco não desvia,
mas contra a arte
não existe magia.
A bola fatal
morre nas redes
e mata o rival.
A história é escrita
Quando o juiz,
aos 90 apita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário